ARTIGO DE OPINIÃO: Será um míssil a causa da Espiral da Noruega?

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Míssil RIM-162 Evolved SeaSparrow Missile (ESSM)
Míssil RIM-162 Evolved SeaSparrow Missile (ESSM)

O extravio de um míssil russo que se auto-destruiu foi a explicação dada para explicar o estranho fenómeno que ficou conhecido como a “Espiral da Noruega“, que publicamos neste SITE e que pode ser apreciado no artigoLuz em Espiral misteriosa nos céus da Noruega (COM VÍDEOS)“.

No final deste artigo apresentamos o vídeo de uma compilação de acidentes com foguetes, ficando bem patente após o visionamento do mesmo, a diferença entre aquilo que se pode constatar comummente como explosões e destruições de foguetes, foguetões e misseis e, aquilo que ocorreu na cidade de Trondelag, na Noruega. Como facilmente se conclui, é, de facto, algo de completamente díspar.

Estamos perante um daqueles casos onde talvez não consigamos saber o que o foi, mas certamente que podemos dizer o que não foi, e, pese as evidências, não foi com certeza um missíl de qualquer tipo.

O fenómeno da Espiral da Noruega esteve presente durante cerca de 12 minutos, onde se pôde vislumbrar uma espiral enorme, num espectáculo visual que culminou quando uma espécie de trevas consumiram a espiral a partir do seu núcleo, de forma rápida e gradual.

Um evento do género que tivesse contado com a participação de um míssil teria sido um acontecimento bastante mais célere, tanto no seu movimento (tendo em conta as suas características, sendo locomovido a jacto a altas velocidades, e passe a impossibilidade de pairar como um helicóptero, não iria prolongar a sua estadia nos céus), como na sua explosão, sendo que no fenómeno registado nos céus da Noruega, nem sequer se pode afirmar que tenha havido explosão de espécie alguma.

Aliás, os próprios cientistas e analistas noruegueses foram cautelosos ao corroborar a versão do míssil.

Sendo verdade que o fenómeno se explica como tendo sido um míssil, daí advêm outras questões quiçá não menos importantes, como por exemplo o perigo que acarreta estarem a ser ensaiados lançamentos de misseis em locais densamente habitados, ou pelo menos, com possibilidades de impacto, dando origem a uma tragédia.

Parece-me estranho aceitar-se a hipótese do míssil sem se questionarem questões de segurança civil.

Considero, portanto, algo ridícula e risível a explicação supostamente adiantada, ou aquela que foi proferida como sendo a oficial, uma vez que, segundo me parece, ninguém afirmou peremptoriamente ser essa a explicação final.

A seguir é apresentado um vídeo, com uma compilação de acidentes com foguetões e misseis e as consequentes explosões, algumas das quais em pleno céu, como supostamente teria sido o caso do “míssil russo” na Noruega:

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