Ciência: Introdução e Propósitos

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Ciência

Em relação aos vários ramos da Ciência, tais como os tópicos desta secção, existe o paradigma comummente aceite de como as coisas são ou foram e de como funcionam, existindo certas situações ou realidades consideradas anacrónicas, dada a norma, e que, como tal, se tornam indesejados perante o “status quo” da compreensão científica geral actual.

Não é preciso ir muito longe. Foram feitas descobertas pela própria Ciência (e até nem muito recentes), que ainda não entraram por completo no paradigma de conhecimento popular e geral que se tem sobre as coisas ao nosso redor, como é o exemplo da física subatómica e mecânica quântica. Foram descobertas que vieram revolucionar por completo as ideias que tínhamos sobre o mundo, e que, como tal, estão a ter uma natalidade muito lenta e complicada no nosso paradigma.

Há coisas que ficaram por contar, precisamente por não se enquadrarem nas explicações gerais do mundo, tendo assim se tornado incómodas, e passíveis de serem ignoradas. Há na história, versões ou interpretações que parecem lógicas, mas que não têm sido aceites, tal como acontece na Ciência, e em outros campos do saber.

Continuam, todos os dias, a ocorrer eventos que desafiam os nossos ideais sobre o mundo, e é precisamente por tudo isto que o Paradigmas decidiu elaborar esta secção, para dar conta ao leitor de – tanto quanto as nossas limitações o permitam, todos os factos, versões, curiosidades e também interpretações e versões alternativas.

As várias secções são:

Imparcialidade do Paradigmas

Em todo o caso, o Paradigmas sujeita a informação ao leitor, tentando manter a imparcialidade e abstendo-se de conclusões peremptórias, não se apegando a qualquer ponto de vista, deixando esse trabalho ao discernimento do leitor.

A função do Paradigmas é a apresentação de Documentos ou questões que são total ou parcialmente desconhecidas ou obscuras para o público em geral, ou por outro lado ridicularizadas pelo modo de pensar dominante, sendo que no entanto, na nossa opinião, merecem ser, pelo menos, alternativas como explicação da realidade, e analisadas como tal.

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