Vacinação – Mito Nº4: As Vacinas são assentes em bases teóricas e práticas sólidas de imunização

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As Vacinas são assentes em bases teóricas e práticas sólidas de imunização
As Vacinas são assentes em bases teóricas e práticas sólidas de imunização

As Vacinas são assentes em bases teóricas e práticas sólidas de imunização… Serão mesmo?

A evidência clínica das Vacinas é a sua capacidade de estimular a produção de anticorpos no receptor, facto que não é contestado. O que não está claro, no entanto, é se essa produção de anticorpos constitui ou não imunidade. Por exemplo, as crianças anémicas de Gama-Globulina são incapazes de produzir anticorpos, mas recuperam-se de doenças infecciosas quase tão rapidamente quanto as outras crianças. [1] Além disso, um estudo publicado pelo British Medical Council em 1950, durante uma epidemia de Difteria, concluiu que não havia relação entre a contagem de anticorpos e a incidência da doença. Os investigadores descobriram pessoas resistentes com contagens extremamente baixas de anticorpos e pessoas doentes com contagens altas. [2]

A imunização natural é um fenómeno complexo que envolve muitos órgãos e sistemas. Não pode ser totalmente replicada pela estimulação artificial de produção de anticorpos. A pesquisa também indica que a Vacinação compromete as células imunes aos antígenos específicos envolvidos na vacina, tornando-as incapazes de reagir a outras infecções. A nossa reserva imunológica pode, portanto, ser realmente reduzida, causando uma resistência geralmente reduzida. [3]

Outro componente da teoria da imunização é a “imunidade de rebanho”, que afirma que quando são imunizadas pessoas suficientes numa comunidade, ficam todas protegidas. Como o Mito 2 (As Vacinas são Eficazes?) revelou, há muitos casos documentados que mostram exactamente o oposto – populações totalmente vacinadas contraem doenças, como o Sarampo, o que parece ser o resultado directo de altas taxas de Vacinação. [4]

Um epidemiologista do estado de Minnesota concluiu que a vacina contra o HIB (Doença invasiva por Haemophilus influenzae B) aumenta o risco de doença quando um estudo revelou que crianças vacinadas tinham cinco vezes mais chances de contrair Meningite do que crianças não vacinadas.

Estudos epidemiológicos cuidadosamente seleccionados são mais uma justificativa para os programas de Vacinação. No entanto, muitos deles podem não ser fontes legítimas para tirar conclusões sobre a eficácia da vacina. Por exemplo, se 100 pessoas são vacinadas e 5 contraem a doença, a vacina é declarada com 95% de eficácia. Mas se apenas 10 dos 100 foram realmente expostos à doença, a vacina foi realmente apenas 50% eficaz. Como ninguém está disposto a expor directamente uma população inteira a doenças – mesmo uma que tenha sido totalmente vacinada – as taxas de eficácia da vacina podem não indicar a verdadeira eficácia da mesma.

Outra preocupação surpreendente sobre a prática de imunização é a suposição de que todas as crianças, independentemente da idade, são praticamente as mesmas. Uma criança de 8 meses e 2 meses de idade recebe a mesma dose que uma criança de cinco anos de 20 Kg.

Bebés com o sistema imunitário ainda imaturo e pouco desenvolvido podem receber cinco ou mais vezes a dosagem (em relação ao peso corporal) que as crianças mais velhas. Além disso, o número de “unidades” nas doses, encontrado em testes aleatórios, variam de 1/2 a 3 vezes o que o rótulo indica. Os controlos de qualidade de fabrico parecem tolerar uma margem de erro bastante grande.

Hot Lots” – foi a designação dada a lotes de Vacinas com taxas de mortalidade e invalidez desproporcionalmente altas – foram identificados repetidamente pelo NVIC (National Vaccine Information Center / Centro Nacional de Informação sobre a Vacinação), mas o FDA (Food and Drug Administration) recusa-se a intervir para evitar lesões e mortes desnecessárias. De facto, nunca recolheram um lote de Vacinas devido a reacções adversas. Alguns poderiam apelidá-lo de infanticídio.

Finalmente, a prática da Vacinação pressupõe que todos os receptores, independentemente de raça, cultura, dieta, localização geográfica ou qualquer outra circunstância, responderão da mesma forma. Talvez isso nunca tenha sido contestado de forma mais dramática do que há alguns anos no território do Norte da Austrália, onde campanhas de imunização intensificadas resultaram numa incrível taxa de mortalidade infantil de cerca de 50% nos aborígenes nativos. [5]

O investigador A. Kalokerinos, MD, descobriu que a dieta de “junk food” deficiente em Vitamina C do aborígine (imposta pela sociedade branca) era um factor crítico (estudos já tinham demonstrado que a Vacinação esgota as reservas de Vitamina C. Crianças em choque ou colapso, recuperavam-se frequentemente em questão de minutos quando administradas injecções de Vitamina C).

O investigador considerou surpreendente que tantos tenham sobrevivido. É preciso que se questione acerca da vida dos sobreviventes, pois, se metade morreu, certamente a outra metade não escapou sem ser afectada. Quase tão preocupante foi um estudo no New England Journal of Medicine, que revelou que um número substancial de crianças romenas contraiu Poliomielite com a vacina, um fenómeno menos comum na maioria dos países desenvolvidos.

Correlações com injecções de antibióticos foram encontradas: uma única injecção dentro de um mês após a Vacinação aumentou o risco de Poliomielite 8 vezes, 2 a 9 injecções aumentaram 27 vezes o risco e 10 ou mais injecções aumentaram o risco 182 vezes [Washington Post, 22 de Fevereiro de 1995].

Que outros factores não considerados na teoria da Vacinação surgirão inesperadamente para revelar consequências imprevistas ou negligenciadas anteriormente? Não iremos começar a compreender completamente o escopo desse perigo até que os investigadores comecem a procurar e relatar a sério. Enquanto isso, populações de países inteiros são jogadores inconscientes num jogo que muitos podem muito bem optar por não jogar se aprenderem todas as “regras” com antecedência.

Verdade acerca do Mito:

Muitas das suposições nas quais se baseiam a teoria e prática da imunização foram provadas como falsas na sua aplicação.

Fontes:

[1] Trevor Gunn, Mass Immunization, A Point in Question, p. 21 (E.D. Hume, Pasteur Exposed-The False Foundations of Modern Medicine, Bookreal, Australia, 1989).

[2] Trevor Gunn, Mass Immunization, A Point in Question, p. 21 (E.D. Hume, Pasteur Exposed-The False Foundations of Modern Medicine, Bookreal, Australia, 1989).

[3] Trevor Gunn, Mass Immunization, A Point in Question, p. 21 (E.D. Hume, Pasteur Exposed-The False Foundations of Modern Medicine, Bookreal, Australia, 1989).

Neil Miller, Vaccines: Are They Safe and Effective? p. 47. (Buttram, MD, Hoffman, Mothering Magazine, Inverno de 1985 p. 30).

Kalokerinos and Dettman, MDs, “The Dangers of Immunization,” Biological Research Inst. [Australia], 1979, p. 49.

[4] Failure to reach the goal of measles elimination. Apparent paradox of measles infections in immunized persons. Review article: Dept. of Internal Medicine, Mayo Vaccine Research Group, Mayo Clinic and Foundation, Rochester, MN. Archives of Internal Medicine. 154 (16):1815-20, 22 de Agosto de 1994.

[5] Archie Kalolerinos, MD, Every Second Child, Keats Publishing, Inc. 1981.

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