Vacinação – Mito Nº 7: Se não houver reacções de curto-prazo à Vacinação, não há nada a temer

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Vacinação – Mito Nº 7: Se não houver reacções de curto-prazo à Vacinação, não há nada a temer
Vacinação – Mito Nº 7: Se não houver reacções de curto-prazo à Vacinação, não há nada a temer

Se não houver reacções de curto-prazo à Vacinação, não há nada a temer… ou haverá?

Os efeitos adversos de longo prazo das Vacinas documentados, incluem distúrbios imunitários e neurológicos crónicos, como o autismo, a hiperactividade, distúrbios de déficit de atenção, dislexia, alergias, cancro e outras condições, muitas das quais quase não existiam 30 anos antes, quando ainda não havia programas de Vacinação em massa.

Os componentes das Vacinas incluem agentes cancerígenos conhecidos como o timerosal, fosfato de alumínio e formaldeído (o formaldeído é um veneno extremamente perigoso  [1] ).

O historiador de medicina, investigador e autor Harris Coulter, Ph.D. explicou que a sua extensa pesquisa revelou que a imunização infantil ” (…) causa encefalite de baixo grau em bebés numa escala muito mais ampla do que as autoridades de Saúde pública estão dispostas a admitir: cerca de 15% a 20% de todas as crianças”. Ele ressalta ainda que as sequelas [condições conhecidas por resultar de uma doença] da encefalite [inflamação do cérebro, um efeito colateral conhecido da Vacinação]: autismo, dificuldades de aprendizagem, danos cerebrais mínimos e não tão mínimos, convulsões, epilepsia distúrbios do sono e da Alimentação, distúrbios sexuais, asma, morte no berços, diabetes, obesidade e violência impulsiva são precisamente os distúrbios que afectam a Sociedade contemporânea. [2]

Muitas dessas condições eram relativamente raras, mas tornaram-se mais comuns à medida que os programas de Vacinação infantil se expandiram. Coulter também aponta que ” (…) o toxóide da Tosse Convulsa é usado para criar encefalite em animais de laboratório”. Um estudo alemão encontrou correlações entre as Vacinas e 22 condições neurológicas, incluindo déficit de atenção e epilepsia. O dilema é que os elementos virais nas Vacinas podem persistir e sofrer mutações no corpo humano por anos, com consequências desconhecidas. Milhões de crianças estão a participar numa enorme experiência em bruto e não está a ser feito nenhum esforço sincero e organizado pela comunidade médica para rastrear os efeitos colaterais negativos ou determinar as consequências a longo prazo. [2]

Verdade acerca do Mito:

Os efeitos adversos de longo prazo das Vacinas foram virtualmente ignorados, a despeito da sua correlação directa com muitas condições crónicas.

Fontes:

[1] Formaldehyde Poisoning (National Organization for Rare Disorders)

[2] Livro «Vaccination, Social Violence, and Criminality: The Medical Assault on the American Brain» de Harris Coulter

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