Os adjuvantes das Vacinas e a Teoria que os sustenta

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Os adjuvantes das Vacinas e a Teoria que os sustenta
Os adjuvantes das Vacinas e a Teoria que os sustenta

Os adjuvantes das Vacinas estão implicados como uma das principais causas das milhares de reacções adversas às Vacinas que ocorrem anualmente. Além disso, também estão implicados em epidemias, como o aumento das taxas de distúrbios neurológicos, neurodesenvolvimentais, de aprendizagem e problemas emocionais na juventude actual. E sim, mesmo nas várias formas de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Há centenas de estudos publicados sobre estas questões, de onde se pode tirar uma forte conclusão sobre a conexão com esses distúrbios. Além disso, há dezenas de estudos publicados que vinculam as Vacinas a muitas outras doenças crónicas que aumentaram constantemente nos últimos 30 anos, paralelamente ao aumento contínuo na exposição às doses de Vacinas a crianças e adultos. Mas vamos por partes.

O que são adjuvantes da vacina e porque é que eles são usados ​​em Vacinas?

Um adjuvante é teoricamente, um ingrediente colocado na vacina, para estimular uma resposta imunitária mais forte. Sem algum tipo de adjuvante, a vacina não seria eficaz. Infelizmente, tal torna-se numa faca de dois gumes. Essa hiper-reação é exactamente como as células imunitárias do corpo engolem e distribuem o material adjuvante no cérebro e noutros órgãos (o que não é bom) e conduz a muitos tipos diferentes de reacções adversas imediatas e/ou retardadas.

O Alumínio é actualmente, o adjuvante mais comum usado nas Vacinas. Algumas Vacinas têm até duas formas diferentes de Alumínio. Depois, existem outros agentes como o Formaldeído, o Mercúrio e Antibióticos que são usados ​​para matar microorganismos nas Vacinas. Existem até vários antibióticos em algumas Vacinas, que os locais de prescrição médica dizem que nunca devem ser usados ​​juntos, pois podem causar reacções adversas.

Aqui estão mais detalhes do site do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e do Instituto de Alergia e Doenças Infecciosas (ambos norte-americanos), que listam os adjuvantes das Vacinas e os seus componentes acessórios encontrados nas mesmas: [1]

“Tipos de adjuvantes das Vacinas: Apenas dois adjuvantes – Alúmen e AS04 – são usados ​​em Vacinas disponíveis comercialmente nos Estados Unidos. Em 2013, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou a inclusão de outro adjuvante, AS03, na vacina contra a “pandemia” de Influenza H5N1. Actualmente, esta vacina está incluída no stock de Vacinas dos EUA, mas não está disponível comercialmente. Foram aprovados adjuvantes adicionais para o uso na Europa e muitos outros estão a ser testados em ensaios clínicos.”

Alguns tipos de compostos utilizados ou testados como adjuvantes são destacados abaixo. (* note que refere que estão a ser utilizados)

Componentes do patógeno são naturalmente usados ​​como adjuvantes e podem ajudar a desencadear respostas imunes inespecíficas ou inatas às Vacinas. Esses adjuvantes têm como alvo vários receptores dentro ou sobre a superfície das células inatas do sistema imunitário. O sistema imunitário inato influencia as respostas imunes adaptativas, que fornecem protecção duradoura contra o patógeno que a vacina visa.

Exemplos de componentes patogénicos testados e usados ​​como adjuvantes incluem os seguintes:

  • Monofosforil lipídico A:
    O monofosforil lipídeo A (MPL) é um lipídeo estimulante do sistema imunitário (gordura). Foi combinado com Alúmen para produzir o adjuvante AS04 usado na vacina contra o papilomavírus humano (HPV) Cervarix.
  • Poly (I: C):
    Poly (I: C) é um RNA sintético de hélice dupla que imita um padrão molecular associado à infecção viral. Nos macacos rhesus, as Vacinas que contêm Poli (I: C) contra o SIV – um parente próximo do HIV que supostamente causa uma doença semelhante à SIDA nos macacos – provocaram respostas imunes protetoras.
  • Adjuvantes de DNA CpG:
    Os adjuvantes de DNA CpG são pequenos segmentos de DNA que incluem motivos ou padrões de sequência, comummente encontrados no DNA bacteriano. Vacinas contra Hepatite B que contêm adjuvantes à base de CpG estão a ser testadas em ensaios clínicos, e os resultados iniciais sugerem que as Vacinas com adjuvantes CpG são seguras e eficazes.
  • Emulsões
    Uma emulsão é uma mistura de dois líquidos que normalmente não podem ser misturados, como água e óleo. Uma emulsão de óleo em água chamada MF59 é usada como adjuvante no Fluad, uma vacina contra a Influenza disponível na Europa. O MF59 ajuda a recrutar células imunitárias do sangue para o local da injecção da vacina. O MF59 contém ingredientes semelhantes ao AS03, que faz parte da vacina contra a Influenza pandémica no stock de Vacinas dos EUA.

Adjuvantes de Particulas

Os adjuvantes de partículas formam partículas muito pequenas que podem estimular o sistema imunonitário e também podem melhorar a entrega do antígeno às células imunotário.

Exemplos de adjuvantes de partículas incluem os seguintes:

  • Alúmen
    O Alúmen, o adjuvante de vacina mais usado, consiste em sais de alumínio que não são solúveis em água. O Alúmen está incluído em várias Vacinas, incluindo aquelas que previnem a Hepatite B e o HPV. Os cientistas estão a começar a entender como o Alúmen estimula a imunidade induzida pela vacina. Obter informações sobre os mecanismos que o Alúmen usa para activar o sistema imunitário ajudará a aumentar a compreensão da função adjuvante e facilitará o design de novos adjuvantes da vacina.

  • Virossomas
    Os virossomas são partículas que se assemelham a vírus, mas não são infecciosos. São incluídos como adjuvantes na vacina contra gripe Inflexal e na vacina contra a Hepatite A Epaxal, ambas licenciadas na Europa. Os virossomas incorporados a essas Vacinas têm antígenos e outras proteínas virais nas suas superfícies, mas não podem causar infecção porque não contêm nenhum material genético viral. Certas células imunitárias reconhecem essas partículas semelhantes a vírus e envolvem-nas. Essas células apresentam depois o antígeno às células imunes adaptativas, que montam uma resposta protetora.
  • Citocinas
    As citocinas são pequenas proteínas que servem como mensageiros químicos do sistema imunitário. Devido ao seu papel na coordenação das respostas imunes, algumas citocinas foram avaliadas como adjuvantes da vacina. Por exemplo, os cientistas realizaram estudos em animais para avaliar a Interleucina 12 (IL-12) como um adjuvante em Vacinas contra várias infecções bacterianas e virais. Os resultados desses estudos sugerem que a IL-12 pode aumentar a imunidade protetora a alguns patógenos respiratórios.
  • Adjuvantes da combinação
    Combinações de adjuvantes, como o AS04, são interessantes devido à sua capacidade de provocar múltiplas respostas imunes protetoras. Adjuvantes que têm um efeito modesto quando usados ​​sozinhos podem induzir uma resposta imune mais potente quando usados ​​juntos.

A investigação sobre combinações de adjuvantes está nos estágios iniciais. Os cientistas devem trabalhar para identificar como os adjuvantes podem ser combinados para obter respostas imunes úteis para um determinado antígeno. O NIAID (National Institute of Allergy and Infectious Diseases) apoia investigações que identifiquem e determinem a função de novas combinações de adjuvantes. Um objectivo de longo prazo dessa linha de pesquisa é desenvolver uma caixa de ferramentas de adjuvantes que possam ser combinados de diferentes maneiras para obter um certo tipo de resposta imune.

Fontes:

[1] https://www.cdc.gov/vaccinesafety/concerns/adjuvants.html (revisto pela última vez em: 1 de Outubro de 2015)

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