Universidade Johns Hopkins pede redução ou eliminação do Timerosal das Vacinas

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Universidade Johns Hopkins pede redução ou eliminação do Timerosal das Vacinas
Universidade Johns Hopkins pede redução ou eliminação do Timerosal das Vacinas

O Director do Instituto de Segurança das Vacinas da Johns Hopkins University afirma que o etilmercúrio existente no Timerosal é um neurotóxico

Esta é uma ressalva muito interessante do artigo cujo título é «Limiting Infant Exposure to Thimerosal in Vaccines and Other Sources of Mercury». É o editorial do Dr. Neal Halsey sobre formas de reduzir a exposição infantil ao Mercúrio. [1]

Ao ler este artigo (na verdade, é uma apresentação de slides), fica a sensação de ser uma exposição cuidadosa para reduzir a exposição ao Mercúrio, levando em consideração o peso do bebé, etc.

Então, quem é o Dr. Halsey e quais são as suas qualificações como especialista nesta área? O Dr. Neal Halsey é o director do Instituto de Segurança de Vacinas da Universidade Johns Hopkins.

Citações da apresentação do Dr. Halsey:
“A exposição a uma dose fixa (por exemplo, 62,5 µg) de Mercúrio aos 2 meses de idade representa um risco potencial maior do que a mesma dose administrada aos 6 meses de idade, porque uma criança pesa mais aos 6 meses e o órgão-alvo, o cérebro, é mais vulnerável no início da vida.”

“A recente recomendação da Academia Americana de Pediatria / Serviço de Saúde Pública em adiar a primeira dose da vacina contra a Hepatite B para bebés nascidos de mães com teste negativo para o HBsAg até, pelo menos, 2 a 6 meses de idade, abordou o problema da exposição às Vacinas pelos recém-nascidos. Mas a exposição ao Mercúrio aos 2 meses de idade é muito maior e precisamos fazer mais para reduzir essa exposição potencial.”

O Dr. Halsey clama por alternativas ao Mercúrio. “Precisamos praticar boa Ciência para podermos tomar decisões na revisão de alternativas ao Timerosal e a redução ou remoção deste nas Vacinas“.

Então, quando dizem que “estas quantidades não têm efeito biológico”, este artigo através do qual se baseiam como suporte dos seus argumentos é-lhes, na verdade, completamente desfavorável. O que realmente afirma é que o Mercúrio não é aceitável, seja em que nível for.

Isso é muito comum nas referências bibliográficas da investigação pró-vacinação. O artigo ou a declaração referenciada desaprova muito frequentemente o que afirmam que prova. O que se supõe é que ninguém vai ter tempo para ler ou mergulhar mais fundo nas matérias. E, na grande maioria das vezes, acabam por se safar.

Em resposta ao relatório do Dr. Halsey, foi iniciada uma série de três cartas para debater o problema. Uma deles foi a de Paul Offit MD, cientista do CDC (Centers for Control Disease and Prevention) e porta-voz da indústria das Vacinas. Outro médico crítico do Dr. Halsey foi o Dr. Plotkin. Ambos foram críticos da posição do Dr. Halsey, que lhes respondeu numa carta do JAMA (Journal of the American Medical Association) de 2000: [2]

“O Dr. Offit e o Dr. Plotkin criticaram a política de mudanças perante a ausência de dados que indiquem danos causados ​​pelo Timerosal nas Vacinas. Não existe um sistema de vigilância para detectar os efeitos de doses baixas a moderadas de organomercuriais no sistema nervoso em desenvolvimento, e estudos especiais com crianças que receberam doses mais elevadas levarão vários anos a serem concluídos. Dada a disponibilidade de produtos alternativos, não seria apropriado continuar a expor os bebés a quantidades de Mercúrio que excedem as directrizes da Agência de Protecção Ambiental, baseadas em cuidadosos estudos científicos e princípios estabelecidos para exposições tóxicas.”

“Os lactentes com menos do quinto percentil em peso para a idade que recebessem todas as Vacinas contendo Timerosal seriam expostos a quantidades cumulativas de Mercúrio superiores às das directrizes da Agência de Substâncias Tóxicas e Registo de Doenças, assim como os bebés maiores que recebessem Mercúrio das suas mães ou de outras pessoas também excederiam esses limites. As margens de segurança devem ser respeitadas devido à variabilidade individual e a sua susceptibilidade, assim como as limitações da nossa capacidade em medir efeitos tóxicos subtis.”

“O etilmercúrio no Timerosal é um neurotóxico e, na ausência de dados em contrário, os especialistas concordam que a toxicidade potencial do etilmercúrio deve ser considerada equivalente à do metilmercúrio.”

Fontes:

[1] Limiting Infant Exposure to Thimerosal in Vaccines and Other Sources of Mercury Neal Halsey’s editorial on ways to cut down on infant exposure to mercury. Limiting Infant Exposure to Thimerosal in Vaccines and Other Sources of Mercury. (JAMA 1999;282(18):1763-5). (11-10-99)

[2] Prevenção de danos causados ​​pelo Timerosal em Vacinas – resposta. Neal A. Halsey, MD JAMA Letters, 26 de Abril de 2000; 283 (16): 2104-2105. doi: 10.1001 / jama.283.16.2101

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