As projecções mirabolantes que lançaram alarmismo e conduziram ao confinamento em todo o mundo

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As projecções mirabolantes que lançaram alarmismo e conduziram ao confinamento em todo o mundo
As projecções mirabolantes que lançaram alarmismo e conduziram ao confinamento em todo o mundo

O Imperial College of London, na pessoa de Neil Ferguson (o senhor na imagem), lançou projecções completamente irreais e alarmistas acerca da mortalidade causada pela suposta COVID-19, que conduziram ao estado de pânico e foram tidas como “oficiais”, credíveis e a seguir por vários governos, que entenderam encetar medidas de confinamento nos seus países, medidas adoptadas no seguimento destas projecções. [8]

Vamos então falar sobre as projecções de mortalidade feitas pelo Imperial College of London.

Foram previstos os seguintes números de mortalidade:

Leste da Ásia e Pacífico: 15 Milhões de mortos;
Europa: 7 Milhões de mortos;
América Latina e Caribe: 3 Milhões de mortos;
Médio Oriente e Norte de África: 1,7 Milhões de mortos;
Sul da Ásia: 7,5 Milhões de mortos;
África Subsahariana: 2,5 Milhões de mortos;

TOTAL: 40 Milhões de mortos [1]

Números impressionantes, óbvia e escandalosamente desfasados da realidade, mas que foram os que estiveram na origem do alarmismo gerado e das medidas draconianas de lockdown adoptadas em quase todo o lado. [7]

Já agora, aqui vão mais umas previsões feitas de forma mais pormenorizada:

Canadá: 326 mil mortos;
Estados Unidos: 2,65 Milhões de mortos;
Reino Unido: 600 mil mortos;
Suécia: 85 mil mortos;
Coreia do Sul: 381 mil mortos;
Japão: 1,4 Milhões de mortos;
Taiwan: 212 mil mortos.

Como se pode ver, tudo números completamente desfasados da realidade.

(Colocamos propositadamente quatro países que não efectuaram confinamento: Suécia, Coreia do Sul, Japão e Taiwan – embora haja outros como a Bielorrússia e a Islândia -, para provar o quão desfasadas foram as suas projecções).

Mas não foi a primeira vez que Neil Ferguson cometeu semelhante proeza, ao extrapolar números completamente ridículos directamente dos seus modelos informáticos.

Eis alguns exemplos: 

[2][3][4][5][6]

  • Em 2002, previu 150 mil mortos resultantes da “Doença das Vacas Loucas“, 55 vezes a mais da mortalidade que veio a ocorrer (2704 mortos);

  • Em 2005, previu que a Gripe Aviária iria liquidar 200 Milhões de pessoas mundialmente. Faleceram 455 no total;

  • Em 2009, previu que a Gripe Suína iria matar 65 mil (só no Reino Unido), quando só morreram 457.

Sem comentários…

Que as suas projecções continuem a ser levadas a sério e a estar na origem de medidas tão radicais levadas a cabo, deixaria qualquer pessoa intelectualmente honesta perplexa.

Das duas uma:

Ou os nossos governantes funcionam a um nível de imbecilidade impressionante, ou então há um claro interesse nisso…

Qual será a verdade?

Fontes:

[1] The Global Impact of COVID-19 and Strategies for Mitigation and Suppression

[2] Lee Elliot Major, “BSE-infected sheep a ‘greater risk’ to humans,” The Guardian, January 9, 2002.

[3] National CJD Research & Surveillance Unit, “Disease in the UK (By Calendar Year),” University of Edinburgh, May 4, 2020.

[4] Phillip W. Magness, “How Wrong Were the Models and Why?” American Institute for Economic Research, April 23, 2020.

[5] James Sturcke, “Bird flu pandemic ‘could kill 150m,’” The Guardian, September 30, 2005.

[6] World Health Organization, “Cumulative Number of Confirmed Human Cases for Avian Influenza A(H5N1) reported to WHO, 2003-2020,” January 20, 2020.

[7] John Fund, “‘Professor Lockdown’ Modeler Resigns in Disgrace,” National Review, May 6, 2020.

[8] Neil M. Ferguson et al., “Impact of Non-Pharmaceutical Interventions (NPIs) to Reduce COVID-19 Mortality and Healthcare Demand,” Imperial College London, March 16, 2020.

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