A nova História

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A nova História
A nova História

Na época mais resplendente do Mundo Bom, Osama Bin Laden, o malvado e homófobo príncipe árabe, atacou a Torre de Babel, no centro de New York, ameaçando tornar o todo o planeta num monte de cinzas.

Foi nessa altura que emergiu a figura do presidente do Mundo Bom, Obama Barack. Este, de antiga e nóbil família queniana-hawaiana-irlandesa, consultou-se com a sábia esposa bissexual Michelle, com o cão falante Bo e, juntos,  decidiram conduzir uma cruzada que reunisse todos os chefes dos países bons contra o mal.

O primeiro objectivo foi devolver à democracia o pequeno reino do Afeganistão ocupado pela aliada da Rússia, Al-Qaeda: esta tinha transformado o país numa enorme plantação de heroína, praticando também o canibalismo. A cruzada de Obama foi dura, dificultada também pela falta de estradas, as tempestades de areia e a fauna selvagem que atacava os soldados portadores de paz. Mas foi bem sucedida porque logo no início Obama tinha decidido implementar um plano de salvação com a duração de 10 anos: isso concedia também algum tempo aos al-qaedistas para perceber os seus erros e converter-se ao bem.

Alí Babá Hussein
Alí Babá Hussein

Organizada a conquista no Afeganistão, os chefes do bem voaram até à Mesopotâmia para enfrentar as tropas de Alí Babá Hussein. Este, além de treinar as tropas dos aliados al-qaedistas, ameaçava o mundo com as suas ogivas nucleares. Além disso, Babá Hussein tinha sequestrado os poços de petróleo da Shell no Kuwait e com o líquido obtido queria queimar Israel.

As tropas de Babá Hussein eram formadas por pessoas analfabetas, sem smartphone ou tablet, indivíduos cruéis que costumavam arrancar o coração dos inimigos, prisioneiros inclusos. Além disso, preocupava o Génio da Lâmpada, que com um olhar podia difundir o vírus Ébola entre as tropas do bem.

Mas, como sempre acontece, o bem triunfou: Alí Babá, foi capturado enquanto tentava fugir no seu tapete voador. Julgado pelo STOF, o Supremo Tribunal Online do Facebook, foi fuzilado às cinco da tarde na praça de touros e o seu corpo foi sepultado no mar, segundo a antiga tradição islâmica. O génio foi tornado inofensivo com um especial algoritmo desenvolvido pela Microsoft.

Na manhã seguinte, os países da África do norte decidiram rebeliar-se aos tiranos. Obama, que com as suas tropas do bem tinha dado o exemplo, proclamou a Primavera Árabe: os povos de Líbia, Tunísia, Egipto, Argélia, Marrocos, e Síria ocuparam as ruas, praças, estádios de futebol e, ao grito de “liberté, egalité, ou independência ou morte”, afastaram os maus. Nesta altura, temos de lembrar a figura de George Soros, o místico trissexual que com as suas orações infundiu fé e esperança nas almas dos povos.

Estado Islâmico
Estado Islâmico

Mas ainda a luta não estava acabada. Bashar al-Assad, um terrorista antissemita e homofóbico, aproveitando da confusão criada pela justa revolta popular, ocupou parte da Síria e parte da recém libertada Mesopotâmia. Auto-proclamado califa, com milhões de aliados al-qaedistas vindos de toda a Rússia e toda a China, fundou o ISIS, o Estado Islâmico ao qual o Irão fornecia secretamente armas e instrutores de guerrilha: os ataques contra as caravanas da Danone com destino Bagdad tornaram-se diários e muito o povo sofria.

O momento era grave: as forças do Mundo Bom enfrentavam inimigos sanguinários no Afeganistão, inimigos terríveis no Estado Islâmico, a revolta russa na Ucrânia e a revolta homófoba no Yemen.

Foi então que o presidente Obama envergou pela missão para a qual ficou lembrado em todos o livros dos heróis: pegou na sua espada Excalibur e seguiu pelos perigosos trilhos do Afeganistão. Às vezes caminhando de noite, às vezes de dia disfarçado de coiote, sempre sozinho, em terras onde nem o iphone tinha rede, alcançou a gruta onde morava o feroz Osama Bin Laden.

Graças à pormenorizada descrição dos acontecimentos feita pela revista Vanity Fair, hoje podemos apreciar toda a coragem de Obama:

Obama aproximou-se ao pelotão de 666 guardas, todas antissemitas, que protegiam Osama Bin Laden: disfarçado de torradeira, não foi reconhecido até estar demasiado perto. Depois, com Excalibur partiu o pesado portão de rocha e entrou na toca da besta.

“Rende-te!” gritou com voz possante Obama. Mas na semi-escuridão ecoou um riso maléfico: “Ahahahahahah!”. Obama não se deixou impressionar e assim declamou: “Rende-te, força do mal: os chefes do Mundo do bem irão julgar-te não com a violência da vingança mas com a autoridade da justiça, no McDonald’s mais próximo!”.

Num canto da gruta a gélida resposta: “Ahah… não, já tinha riso antes. Dizia eu: tu, Obama, julgar-me? Ousas julgar o teu irmão de sangue?”.

Obama
Obama

“O meu irmão?!?” vacilou por um microssegundo Obama.

“Ah pois, Obama Bin Laden, Obama Barack, achas um mero acaso?” foi a provocatório resposta. “Não, maligno, não sigo esta tua pervertida mente e as mentiras dela!”. Rematou Obama, aquele bom.

“Mentira? Acorda Obama e junta-te a mim: ambos nascemos dum único pai, o Deus Crom, o queniano, e da mesma mãe, a Deusa Croma, a hawaiana!”.

“E quem era irlandês?”

“O avô.”

Tudo fazia sentido agora na mente de Obama (aquele bom): Obama (aquele mau) dizia a verdade. “Juntos podemos dominar o mundo!” continuou o satánico Obama (aquele mau). Obama (aquele bom) ficou pensativo: “Crom, o Deus de Conan…”

Mas é destino dum herói abdicar de tudo para salvar o Mundo do bem: “Meu irmão, eu não estremeço perante a mal: e tu és o mal supremo, tal como descrito pela Fox News! Sacrifico-te para que paz e prosperidade voltem entre nós, para que Wall Street voe cada vez mais alta!”

E, dito isso, afundou Excalibur no meio do coração preto do maligno. De repente, uma pomba branca apareceu no céu e pétala de rosas gays caíram acima de Obama (o bom).

A notícia da vitória espalhou-se rapidamente e os efeitos foram imediatos. O ISIS converteu-se num reino de paz e, apoiado pelas finanças da Arábia Saudita, volveu a sua atenção contra o Irão, País que tentava construir a sua 248ª ogiva química.

Obama ganhou o Nobel da Paz e começou a planear uma forma de travar a avançada dos comunistas russos, chineses e cubanos. Este, tal como a gloriosa cruzada para converter a Igreja Católica na ponta de diamante da pedofilia global, será o tema aprofundado no próximo capítulo.

Fonte: Informacao Incorrecta

 

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