Uma Sonda Psíquica no Espaço Exterior

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Pioneer 10
Pioneer 10

Em Dezembro de 1973, começaram a chegar aos cientistas da NASA resultados das observações levadas a cabo pela Pioneer 10 ao planeta Júpiter, situado a milhões de quilómetros de distância da Terra. Algumas dessas observações contradisseram teorias de há muito estabelecidas pelos astrónomos relativamente a este planeta venerado. As descobertas da Pioneer 10 não constituíram, porém, surpresa para dois homens que tinham «visto» Júpiter nove meses antes.

Numa experiência realizada pelo Instituto de Pesquisa Stanford, dois psíquicos experientes, Ingo Swann e Harold Sherman, viajaram psiquicamente até Júpiter, enquanto cientistas registavam as suas impressões. Swann encontrava-se na Califórnia e Sherman no Arkansas. As impressões colhidas pelos dois revelaram-se surpreendentemente semelhantes entre si e contrariaram especulações científicas: ambos visualizaram um anel de radiações mortíferas em redor de Júpiter e uma camada superior de atmosfera composta por cristais de gelo coloridos; declararam que o planeta, em si, era muito quente, embora fustigado por temporais violentos. Os últimos dados da Pioneer 10 contrariam as especulações dos cientistas e confirmaram a espantosa precisão das observações atmosféricas de Swann e Sherman, os nossos primeiros astronautas psíquicos conhecidos.

Cerca de um ano mais tarde, repetiram a sua façanha numa «visita» a Mercúrio. Mais uma vez, transmitiram relatos semelhantes sobre o que viram. E mais, quando os dados provenientes da sonda espacial da NASA, a Mariner 10, começaram a chegar à Terra, provenientes de Mercúrio, vieram contradizer especulações científicas convencionais e confirmar as observações dos psíquicos. Os cientistas tinham presumido que aquele planeta era demasiado quente para suportar uma atmosfera e que o seu movimento de rotação era excessivamente lento para lhe criar um campo magnético. Mas os dois psíquicos sentiram uma atmosfera pouco densa, assim como um campo magnético. Outra das concordâncias extraordinárias entre os relatos dos psíquicos e os dados da Mariner 10 foi a descoberta de uma «cauda» de hélio a sair de Mercúrio e a estender-se na direcção oposta à do Sol. Em “To Kiss Earth Goodbye“, Swann descreve a excitação que sentiu quando os jornais publicaram descrições de Mercúrio que se assemelhavam muitíssimo às suas próprias impressões psíquicas.

Já imaginou o que é viajar psiquicamente até outro planeta? Como pensa que estes dois psíquicos realizaram a viagem? Palavras como «viajar» sugerem, evidentemente, movimento físico. Swann descreve a sondagem psíquica ao espaço exterior como uma experiência em «viagem incorpórea», sugerindo movimento psíquico através do espaço. Numa experiência incorpórea, o nosso consciente dá a impressão de abandonar o corpo físico – podemos ver o nosso corpo, que fica a jazer, imóvel, em baixo. Neste estado extremamente liberto, viajar até lugares distantes torna-se possível. Terá sido o que Swann fez? Quem sabe se, em vez de «viajar», expandiu o raio de alcance da sua percepção para além das fronteiras do seu corpo e imediações, de maneira a incluir os planetas distantes? Ou talvez tenha visto o futuro e examinado os relatórios da nave espacial da NASA que iriam ser analisados pelos cientistas. Qualquer das comunicações pressupõe um feito psíquico considerável. No entanto, a forma como imaginamos o processo de funcionamento da percepção psíquica demonstrará ser muito importante.

Fonte:Desperte os seus Poderes Psíquicos” de Henry Reed

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