LIVRO: «Astrology – Science or Superstition?» de H. J. Eysenck E D. K. B. Nias

0
631
Capa do livro: «Astrology - Science or Superstition?» de H. J. Eysenck e D. K. B. Nias
Capa do livro: «Astrology - Science or Superstition?» de H. J. Eysenck e D. K. B. Nias

Os autores deste livro, dois psicólogos analíticos, tornaram-se envolvidos com a notável investigação de Michel e Françoise Gauquelin, dois famosos psicólogos franceses e passaram 20 anos a escrutinar as pretensões da Astrologia.

Eysenck afirmou:

“Lidamos com as suas descobertas e com as evidências impressionantes que parecem mostrar que, por mais estranho que pareça, um bebé predisposto a desenvolver um tipo particular de personalidade, tenderá a nascer quando os planetas estão numa posição crítica no céu”.

O trabalho dos Gauquelin impeliu os autores a realizarem o seu próprio estudo sistemático acerca dos dados contra e a favor da Astrologia clássica. Apresentam algumas investigações e descobertas intrigantes – ilustram, por exemplo, como é que funciona a Astrologia dos jornais. No entanto, e acima de tudo, apresentam o novo campo de estudos da Cosmobiologia que, dado o enorme crédito fornecido pelo trabalho dos Gauquelin, revelou ser bastante fértil. Este livro pode constituir uma grande aventura, para os defensores de ambos os lados.

Eysenck, um dos autores, é o terceiro psicólogo mais citado de sempre, logo atrás de Freud e Piaget, e autor prolífico de centenas de artigos científicos e dezenas de livros.

Este livro tornou-se polémico, tendo sido criticado tanto por cientistas, como por astrólogos. Se por um lado, Eysenck se apresenta contra o fenómeno recente (ou talvez não tanto assim) do dogmatismo científico, pródigo em descartar certas áreas do conhecimento sem antes as investigar devidamente, também, e apesar de apresentar várias evidências da conexão entre os astros e a personalidade humana, acaba por refutar várias alegações e postulados básicos da Astrologia tradicional.

Crítica

“Nenhum cientista do nosso tempo que eu tenha lido pode comparar-se a Hans Eysenck, no que diz respeito a fazer uma triagem dos dados relevantes, apresentando-os de forma lúcida, e avançando a partir daí com conclusões plausíveis” – Brian Inglis em The Times Literary Supplement

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here