Três jornalistas que investigavam o 11 de Setembro morreram

0
988
Bob Simon, lendário correspondente da CBS News
Bob Simon, lendário correspondente da CBS News

Três jornalistas que trabalhavam num documentário sobre o envolvimento do governo norte-americano na demolição das torres gémeas morreram num curto espaço de tempo.

Tratavam-se do ex-repórter internacional da NBC, Ned Colt, o correspondente da CBS News, Bob Simon, e o jornalista do New York Times, David Carr.

Bob Simon, de 73 anos, foi assassinado numa quarta-feira, em Fevereiro de 2015 na cidade de Nova York num acidente automobilístico e na quinta-feira seguinte Ned Colt, de 58 anos, dizia-se que tinha morrido devido a um derrame cerebral massivo, seguido em poucas horas por David Carr, de 58 anos, que colapsou e morreu no seu escritório na sala de redação do New York Times.

Os três jornalistas mais Brian Williams, que teve que renunciar à NBC por mentir sobre uma notícia do Iraque, tinham formado uma companhia independente de notícias, por video, em Janeiro de 2015 e apresentaram os documentos de segurança necessários que lhes permitiriam o acesso ao arquivo mais secreto do Kremlin, onde encontrariam provas relacionadas com os atentados de 11 de Setembro de 2001.

Em relação a esses arquivos do 9/11 em poder do Kremlin, o presidente Putin tinha alertado que iria divulgá-los.

Os especialistas norte-americanos acham que, apesar do facto de as relações entre os Estados Unidos da América e a Rússia terem chegado no ponto mais grave desde a Guerra Fria, Putin deu a Obama problemas menores. Os analistas acham que isto é só a “calma antes da tormenta”.

Putin vai atacar e estaria a preparar o lançamento de provas da participação do governo dos Estados Unidos e dos serviços de inteligência nos ataques do 11 de Setembro.

O motivo para o engano e o assassinato dos seus próprios cidadãos terá servido aos interesses petrolíferos dos Estados Unidos no Médio Oriente e das suas empresas estatais.

O porta-voz da empresa de notícias num vídeo independente que pretendia descobrir a verdade do 9/11 foi David Carr, que no New York Times foi um dos que prestou auxílio a Edward Snowden e que após ter visto o documentário «Citizenfour», não conseguia adormecer.

David Carr
David Carr

Carr estava seriamente desiludido com o New York Times pela elaboração da memória da guerra da Ucrânia “não só por não dizer a verdade, mas também pelos emblemas nazis nos capacetes de soldados leais ao regime da Ucrânia a lutar contra os rebeldes”.

Quem trabalhou muito com Williams e Carr neste projecto do vídeo do 9/11, foi Ned Colt, que após sair de NBC News continuava a ser um grande amigo de Williams e aperfeiçoou as suas habilidades humanitárias enquanto trabalhou no Comité Internacional de Resgate. Por sua vez, Bob Simon considerava “extremamente lamentável” a manipulação dos Meios de Comunicação no período prévio à guerra dos Estados Unidos no Iraque.

Ned Colt
Ned Colt

Após a destruição da imagem de Williams, e a estranha morte de Carr, Colt e Simon, a administração Obama enviou um “mensagem clara” à elite norte-americana quanto à exposição dos seus segredos mais obscuros.

Pior ainda, as elites dos Meios de Comunicação nos EUA agora “fogem de medo” da administração Obama que ameaça agora os Meios de Comunicação alternativos com a ilegalização de todos os sites dissidentes.

Para isso tem em mãos uma escandalosa proposta legislativa de ordem fraternal da policial nacional para classificar qualquer crítica contra a policia nas redes sociais como sendo um “crime de ódio”.

Fontes:

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here