Vacinação – Mito Nº 1: As Vacinas são Seguras?

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Serão as Vacinas seguras?
Serão as Vacinas seguras?

As Vacinas são completamente seguras… Serão mesmo?

O VAERS (Vaccine Adverse Effects Reporting System / Sistema de Relato de Efeitos Secundários das Vacinas), recebe todos os anos cerca de 11.000 relatos sobre reacções secundárias graves de Vacinas, tendo 1% (cerca de 112) dessas Vacinações resultado em Morte, derivado a reacções à vacina. [1]

A maioria desses relatos são feitas por médicos, e a maioria das mortes são atribuídas à Vacina da Tosse Convulsa (correspondente à Pa da Vacina DTPaVacina contra a Difteria, Tétano e Tosse convulsa). Estes números por si só, já são alarmantes, no entanto trata-se apenas da “ponta do iceberg“.

A FDA (Food and Drug Admnistration), entidade norte-americana, estima que só cerca de 10% das reacções secundárias das Vacinas são relatadas [2], números esses confirmados pelo NVIC (National Vaccine Information Center / Centro Nacional de Informação sobre a Vacinação).

De facto, a NVIC relatou que “só uma em 40 clínicas médicas (2,5%) confirmou relatos de mortes ou lesões derivadas de Vacinações“, ficando assim 97,5% de mortes ou lesões derivadas da Vacinação por reportar. Implicações acerca da integridade desses profissionais de Saúde à parte (todos os médicos são legalmente obrigados a relatar efeitos secundários graves), esta descoberta parece implicar que as mortes por Vacinação podem ser bem superiores a 1000, todos os anos. Com a Tosse Convulsa, o número de mortes por Vacinação é muito superior ao numero de mortes causados pela própria doença, que têm sido em média 10 por ano, de acordo com a CDC (Center for Disease Control and Prevention / Centros de Controlo e Prevenção de Doenças), e “apenas” 8 mortes em 1993, o ano do último pico de incidências (a Tosse Convulsa manifesta-se em ciclos de 3 a 4 anos, enquanto a Vacinação é anual).

Simplificando então, a vacina é 100 vezes mais letal do que a própria doença.

Dados os vários casos em que populações com um grande número de vacinados contraíram a doença (Mito Nº2 – Serão as Vacinas Eficazes?), e o facto de que a grande maioria dos declínios da doença no Século XX, se terem dado precisamente antes das Vacinações obrigatórias (as mortes por Tosse Convulsa eram 79% mais baixas antes da Vacinação), a comparação é muito significativa, e este número de mortes causadas pela Vacinação, muito dificilmente poderá ser considerado um sacrifício necessário e benéfico, para uma Sociedade livre de doenças.

Infelizmente a história das mortes relacionadas com a Vacinação não acaba aqui. Tanto estudos norte-americanos como outros, mostram que a Vacinação é também a causa
da SIDS (Sudden Infant Death Syndrome / Síndrome de Morte Súbita Infantil), o que é nada mais do que uma forma de “diagnóstico que tudo abrange”, atribuído quando a causa de morte é desconhecida (as estimativas vão de 5 a 10.000 casos anualmente, só nos EUA).

Um outro estudo revelou que o pico maior de SIDS / SMSI ocorre em idades entre 2 a 4 meses nos EUA, precisamente na altura em que as duas primeiras Vacinações ocorrem, [4] enquanto outros encontraram um padrão claro de correlação que se estendia até 3 semanas depois das Vacinações. Outro estudo deu a conhecer que 3000 crianças nos EUA morrem anualmente nos 4 dias seguintes à Vacinação (espantosamente, os investigadores não reconheceram nenhuma ligação entre a SMSI e a Vacinação), isto enquanto um outro estudo concluiu que metade dos casos de SMSI – que seriam entre 2500 a 5000 casos de mortes infantis, seriam causados pela Vacinação. [5] Houve estudos que afirmaram não ter encontrado nenhuma ligação entre as Vacinas e a SMSI.

No entanto, muitos desses estudos foram invalidados por outro estudo ainda, que os definiu como confusos, tendenciosos e manipulados com a intenção de favorecer a Vacinação. [6]

Não nos deveríamos inclinar mais para o lado da precaução? Não deveria qualquer correlação credível entre as Vacinas e a mortalidade infantil causar um monitoramento generalizado e meticuloso do estado da Vacinação em todos os casos de SMSI?

Em meados dos anos 70, o Japão subiu de 2 meses para 2 anos, a idade das primeiras Vacinações obrigatórias. O seu número de casos de morte infantil desceu abruptamente. Apesar disto, a comunidade médica dos EUA e também em vários países europeus, envergou uma postura de negação.

Médicos legistas recusam-se a averiguar o estado da Vacinação nas vítimas de SMSI, enquanto famílias incautas pagam o preço, desconhecendo quaisquer perigos, e impedidos de fazerem as suas próprias escolhas.

Relatos adversos de eventos também sugerem que anualmente, o numero de casos de efeitos secundários poderá ser superior a 100.000. Devido à ausência de notificação por parte dos médicos, ninguém sabe quantos destes casos resultaram em deficiências permanentes, mas as estatísticas apontam para números muito superiores aos de mortes.

Esta preocupação é reforçada por um estudo que revelou que uma em cada 175 crianças que completaram totalmente o esquema de Vacinas da DTPa sofreram “reacções severas”,[7] e o depoimento de um médico aos advogados referiu que uma em cada 300 Vacinações de DTPa resultaram em transtornos convulsivos. [8]

A Inglaterra observou uma grande descida no número de mortes por Tosse Convulsa, quando a percentagem de pessoas vacinadas caiu de 80% para 30%, em meados dos anos 70. O estudo do epidemiologista sueco B. Trollfors, sobre a eficácia e toxicidade da vacina DTPa em todo o mundo, revelou que “a mortalidade associada à Tosse Convulsa é actualmente muito baixa em países industrializados, e não existe nenhuma diferença significativa, quando comparada entre países de alto, baixo ou nenhum plano de Vacinação.” Também descobriu que a Inglaterra, o País de Gales e o Oeste da Alemanha tinham mais mortes por Tosse Convulsa em 1970, quando o número de Vacinações era elevado, do que em 1980, quando os números da Vacinação caíram. [9]

As Vacinas custam-nos muito mais do que as vidas e a Saúde das nossas crianças. O NVICP (National Vaccine Injury Compensation Program / Programa Nacional de Compensações pelas Lesões causadas pelas Vacinas) do Governo Federal dos EUA, também conhecido popularmente como “Tribunal das Vacinas“, já pagou mais de 724,4 milhões de dólares em indemnizações a pais de crianças lesadas, e mortas, com o dinheiro dos contribuintes.

A NVICP recebeu mais de 5000 petições desde 1988, incluindo 700 por mortes relacionadas com a Vacinação, e ainda existem outros 2000 casos de morte e lesões, pendentes em tribunal que poderão levar anos até serem resolvidos. [10]

Entretanto, as empresas Farmacêuticas têm um mercado cativo: a Vacinação é legalmente obrigatória em todos os 50 estados dos EUA (embora sejam também legalmente evitáveis na maioria deles), mas mesmo assim essas mesmas empresas são “imunes” à responsabilidade das consequências da venda e uso dos seus produtos. Pior ainda, as Farmacêuticas têm permissão para aplicar “Gag Orders” (Lei da Mordaça / uma ordem legal de um tribunal ou governo, que impede que informações ou comentários sejam tornados públicos ou passados a terceiros não autorizados), como medidas de apoio nos acordos de indemnizações às vítimas, para prevenirem a divulgação de informação pública, acerca dos perigos da Vacinação.

Tais providências, são claramente anti-éticas: forçam uma população sem-consentimento a pagar pelas imputabilidades dos produtores de Vacinas, enquanto tentam assegurar que a mesma população permaneça na ignorância dos perigos dos seus produtos. É também muito interessante notar que as companhias de seguros (que fazem os melhores estudos de fiabilidade), se recusem a cobrir danos por reacções adversas da Vacinação. O lucro parece ser a única determinação de ambas, tanto das Farmacêuticas, como das seguradoras.

Verdade acerca do Mito:

A Vacinação causa mortalidade e invalidez significativas com um custo pessoal e financeiro impressionante, tanto para as famílias, como para os contribuintes.

Fontes:

[1] National Technical Information Service, Springfield, VA 22161, 703-487-4650, 703-487-4600.

[2] Relatado por K.M. Severyn,R.Ph., Ph.D. no Dayton Daily News, 28 de Maio de 1993. (Ohio Parents for Vaccine Safety, 251 Ridgeway Dr., Dayton, OH 45459)

[3] National Vaccine Information Center (NVIC), 512 Maple Ave. W. #206, Vienna, VA 22180, 703-938-0342; “Investigative Report on the Vaccine Adverse Event Reporting System.”

[4] Viera Scheibner, Ph.D., Vaccination: 100 Years of Orthodox Research Shows that Vaccines Represent a Medical Assault on the Immune System.

[5] W. C. Torch, “Diptheria-pertussis-tetanus (DPT) immunization: A potential cause of the sudden infant death syndrome (SIDS),” (Amer. Adacemy of Neurology, 34th Annual Meeting, Apr 25 – May 1, 1982), Neurology 32 (4), pt. 2.

[6] Confounding in studies of adverse reactions to vaccines [see comments]. Fine PE, Chen RT, REVIEW.

Artigo: 38 REFS. Comment in: Am J Epidemiol 1994 Jan 15;139(2):229-30. Division of Immunization, Centers for Disease Control, Atlanta, GA 30333.

[7] «Nature and Rates of Adverse Reactions Associated with DTP and DT Immunizations in Infants and Children» (Pediatrics, Nov. 1981, Vol. 68, No. 5)

[8] The Fresno Bee, Community Relations, 1626 E. Street, Fresno, CA 93786, DPT Report, December 5, 1984.

[9] Trollfors B, Rabo, E. 1981. Whooping cough in adults. British Medical Journal (September 12), 696-97. https://doi.org/10.1136/bmj.283.6293.696

[10] National Vaccine Injury Compensation Program (NVICP), Health Resources and Services Administration, Parklawn Building, Room 7-90, 5600 Fishers Lane, Rockville, MD 20857, 800-338-2382.

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